Ela, publicitária

Archive for agosto 2012

Ah, sorvete. Tem como não gostar dessa delícia? De picolé ou de massa, no inverno ou no verão…Ninguém resiste.

É. Pelo menos, não resistia. Não sei se eu vou conseguir tomar sorvete assim tão cedo depois de assistir esse comercial da Little Baby’s Ice Cream. Sinceramente, é nojento. E bizarro. E o ator é medonho. E a narração me deu medo.

A empresa podia fazer um comercial onde a vida é bela e maravilhosa, cheia de sol e mostrando a embalagem do sorvete o tempo todo. Mas os criativos de lá resolveram fugir do óbvio: até apelaram para dizer que a pele do cara brilha tanto e seus poros são tão limpos porque ele toma Little Baby’s Ice Cream.

Mas nada no comercial se compara à ironia do final: a expressão aterrorizante do cara com o logo da marca, um sorvete feliz.

Se a campanha vai dar certo ou não, eu não sei. Só sei que a única coisa que eu conseguia pensar durante o comercial era “WHATDAFUCK?”

 

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A frase “se beber, não dirija” já foi tão utilizada que virou clichê. Ok, avisar sempre é bom, mas não seria legal se alguém fizesse isso de uma maneira diferente?

Foi o que a Allianz fez: a empresa de seguros encontrou uma maneira bem divertida de chamar a atenção do público jovem para os perigos de beber e dirigir, utilizando apenas um espelho.

Ao se deparar com espelho tecnologicamente adaptado, os clientes do bar se surpreendem com o próprio reflexo: ele imita o que a pessoa faz, mas com um leve atraso. E essa é a sacada. “É assim que seus reflexos ficam depois de alguns drinks. Um conselho: se beber, não dirija”.

Localizado na Coréia do Sul, Trick Eyes é um museu bem diferente: ele funciona na base da ilusão de ótica. Obras famosas foram transformadas em imagens tridimensionais, o que permite uma interação bem legal entre os visitantes e as pinturas.

Quem disse que aprender arte tem que ser uma coisa chata e monótona? Muito pelo contrário :)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Havaianas é um dos cases mais interessantes da publicidade brasileira, com o product placement mais bem feito da história.

A marca sempre realizou seus comerciais com muito bom humor e, é claro, com as maiores celebridades de cada época. Há alguns anos, era conhecida por ser um chinelo de qualidade e, principalmente, barato.

Trabalhando no branding e no product placement, a Havaianas conseguiu algo extremamente difícil (principalmente no setor de moda): fazer o seu slogan “todo mundo usa” ser verdadeiro. Todo mundo usa Havaianas porque existem produtos da marca para todas as idades, classes e sexo. Você encontra um chinelo simples, por R$ 5,00…mas também encontra um chinelo com strass e estampas maravilhosas, vendido por “apenas” R$ 600,00 (!!!). Sim, o modelo e a matéria-prima são praticamente os mesmos.

O legal é que a Havaianas continua sendo um chinelo popular. Mas o conceito da marca, sua qualidade e tradição conquistaram todo mundo.

E esse ano a marca completou 5 décadas de existência. Para comemorar, a Almap BBDO criou um vídeo maravilhoso, que resume a história das sandálias mais famosas do Brasil em apenas 2 minutos:

Uma campanha bem diferente da Volkswagen: no clima das Olimpíadas de Londres, a Volkswagen criou uma corrida de 100 metros para desafiar os torcedores holandeses (a ação ocorreu na Holanda, óbvio).

Até aí, grande coisa. O detalhe foda da ação mesmo é que a corrida é feita de carro e…o carro não tem acelerador.

OI? Como assim? É, assim mesmo :) Como você deve ter lido no título do post, o modelo Up! só funciona na base do grito. Quanto mais alto se grita, mais rápido o carro anda. As provas são diárias e as equipes que obtiverem os melhores tempos no dia levam ingressos para assistir provas e partidas dos Jogos Olímpicos.

(Não achei versão legendada do comercial, mas dá pra pegar a ideia)

O vídeo abaixo mostra todo o making of da tecnologia usada. Foi batizada de Orange Motion, em homenagem a torcida holandesa, mas trata-se de um medidor de decibéis atrelado ao acelerador do carro.

O dia de muita gente começaria bem melhor com uma xícara dessas: você toma seu café…e come a xícara depois, já que ela é feita de biscoito. Enrique Luis Sardi, junto com a empresa italiana Lavazza e Cataldo Parisi, headchef da cafeteria San Tommaso 10 foram os responsáveis por essa criação maravilhosa.

A xícara é feita de um tipo de massa-biscoito coberto com uma fina camada de açúcar que isola o calor, protegendo-o e evitando que derreta. Quero ver isso no Brasil, já!

(vi aqui)